Em cerimônia reservada, Coutinho é sepultado em Santos

Coutinho fez sucesso nos anos 60 quando atuava com Pelé no Santos. O atacante é até hoje o terceiro maior goleador da equipe da baixada.(Foto:Divulgação)

Ídolo eterno do Santos morreu na última segunda-feira, aos 75 anos

(Foto:Divulgação)

O corpo de Coutinho foi sepultado no início da noite desta terça-feira, no cemitério Memorial Necrópole Ecumênica, em Santos. O ídolo eterno do Santos morreu na última segunda-feira, aos 75 anos.

O velório ocorreu no Salão de Mármore, na Vila Belmiro desde as primeiras horas até às 17h30 desta terça, quando um cortejo deixou o estádio em direção ao Memorial. A cerimônia de sepultamento foi fechada apenas para os familiares de Coutinho.


Com flores e uma bandeira do Santos, corpo de Coutinho é levado ao Memorial.(Foto:Divulgação)

Por conta da morte de Coutinho, o Santos decretou luto de três dias e cancelou o atendimento à imprensa na reapresentação do elenco CT Rei Pelé. Ao longo do dia, entidades, clubes e jogadores se despediram do ex-centroavante nas redes sociais.

Trajetória de Coutinho



Cortejo acompanhou Coutinho da Vila Belmiro até o Memorial Necrópole Ecumênica.(Foto: Divulgação)

Antônio Wilson Honório, o Coutinho, nasceu em Piracicaba em 11 de junho de 1943. Ele estreou no Santos em 1958, quando tinha apenas 14 anos. Defendeu o time até 1967 e depois entre 1969 e 1970.

É o terceiro maior artilheiro da história do Santos, com 368 gols em 457 jogos, atrás de Pepe, com 403 gols, e Pelé, com 1.091 gols.

No Santos, Coutinho formou o lendário ataque com Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Foi campeão paulista em 1960, 1961, 1962, 1964, 1965 e 1967, venceu cinco vezes a Taça Brasil, de 1961 a 1965, depois reconhecida como Brasileiro, além das Libertadores e dos Mundiais de Clubes de 1962 e 1963. Ele também defendeu Vitória, Bangu e Atlas, do México, e se aposentou em 1973 no Saad.

Coutinho morreu na última segunda-feira, na casa da filha, com quem morava há cerca de quatro meses. Segundo o médico Milton Mattozinho, a causa foi um infarto agudo do miocárdio em decorrência de diabetes e hipertensão arterial sistêmica.

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